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As Bem Aventuranças



Ser pobre de espírito significa ser humilde e reconhecer sua dependência total de Deus. Quem é pobre de espírito sabe que precisa de mais de Deus. A Bíblia diz que o Reino dos céus pertence aos pobres de espírito.

Em uma de suas pregações mais famosas, Jesus disse que os pobres de espírito são bem-aventurados. “Bem-aventurado” significa feliz, ou abençoado. A bênção que os pobres de espírito recebem é o Reino dos céus (Mateus 5:3).

Jesus virou nossos valores do avesso. Muitas pessoas querem ser ricas e autossuficientes, sem depender de ninguém. Mas Jesus disse que o verdadeiro abençoado é o pobre de espírito! Somente quem encontra segurança em Deus receberá o Reino dos céus.

Ser pobre de espírito é entender que sozinho você é pobre (Salmos 40:17). Toda sua vida depende de Deus. Sem Ele, não há vida. Seu sustento e sua segurança não dependem apenas de seu esforço. Você precisa de Deus.

Ser pobre de espírito não significa rejeitar toda riqueza nem viver na miséria. Ser pobre de bens não garante pobreza de espírito. Ser pobre de espírito também não significa se odiar nem desprezar tudo que você é. Ser pobre de espírito é entender que tudo que você e que você alcança vem de Deus e depende inteiramente dele. A glória pertence a Deus, não a você.


Quando diz que é feliz o que chora, é porque quem chora ainda tem sentimentos. Chora porque tem coração de carne. E Deus se preocupa com isto, que o ser humano mantenha intacta sua sensibilidade: E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne (Ezequiel 36:26). 

Quando estamos a nos sentir só, geralmente choramos, mas aquele que ama, que tem em si sentimentos nobres pelo próximo sofre menos, pois tem com quem dividir sua dor e a solidão se desfaz. Até porque a maior solidão é a solidão de quem não ama.

Davi chorou: "Tem misericórdia de mim, ó SENHOR, porque estou angustiado. Consumidos estão de tristeza os meus olhos, a minha alma e o meu ventre (9). Porque a minha vida está gasta de tristeza, e os meus anos de suspiros; a minha força descai por causa da minha iniquidade, e os meus ossos se consomem (Salmo 31 - 9 e 10)."



O manso é alguém que entregou seus caminhos ao Senhor, que espera e confia no Senhor, é alguém que não se entrega á ira, nem á cólera, é alguém que que procura a paz e fazer o bem, e será co-herdeiro em Cristo do Reino dos céus. Esta terceira bem-aventurança é o culminar das duas primeiras bem aventuranças. A primeira: O reconhecimento do pecado: ver em Pobres de espirito A segunda: O arrependimento e pedido de perdão: ver em O consolo dos que choram



Fome e sede neste mundo são saciados por uma boa refeição e água fresca. Porém quem busca ao Senhor Jesus, busca a justiça divina; justiça que não falha e prevalecerá para sempre. A justiça de Deus é o atributo pelo qual Ele age em relação aos seres humanos, de acordo com as exigências de sua perfeição e santidade. Por meio de Cristo - através da nova aliança -, Deus perdoa os pecadores que se arrependem e chegam a Ele pela fé. 

O mundo está corrompido pela injustiça, maldade e impiedade dos homens; mas em Jesus reina a justiça, a graça e a bondade. No porvir, na eternidade, o que será saciada é a “fome e a sede de justiça”, pois Deus será o seu provedor. Uma provisão sem fim, porque vem do Senhor e por isso mesmo é eterna. Quem se entrega a Cristo, pela obediência aos seus mandamentos, experimentará um banquete de justiça, amor e bondade sem fim.



Misericórdia: A misericórdia não é uma virtude natural do homem. O homem é por natureza mau, cruel, egoísta, vingativo, incapaz de exercer uma misericórdia verdadeira. De entre os ouvintes de Jesus estariam alguns romanos e demais gentios mas na sua maioria judeus, que se acreditavam superiores a todos os demais, mas falando em misericórdia em pouco ou nada eram melhores que os próprios romanos. Para os romanos a misericórdia era um sinal de fraqueza e cobardia, uma doença da alma.

Primeiro temos que entender que misericórdia é um atributo de Deus, Deus é misericordioso, e que nós só podemos ser realmente misericordiosos se essa misericórdia for "escrita" em nós por Deus através do seu Espírito Santo. Lucas 6:36 Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.

A misericórdia não é piedade -dar uma esmola a um pedinte sem amor, por tradição ou bom costume-, não é misericórdia.  A misericórdia é "entrar" no coração de outrem -sem ter em conta suas virtudes ou defeitos- e "ver", sentir sua dor ou necessidade e fazer tudo ao seu alcance para satisfazer essa necessidade, sem esperar nada em troca por isso. Para alguém ser misericordioso é necessário também sentir o amor pelo próximo, sem esse amor não existe misericórdia verdadeira. Eu comparo a misericórdia ao amor incondicional de uma mãe. Ela não olha a qualidades ou defeitos do seu filho, se ele sente fome ou sede tudo fará para o saciar, se tem frio tira seu próprio abrigo para lho entregar, se ele está doente ela sofre e troca tudo pela cura do filho, se ele chora ela chora também e tudo fará para o consolar, etc..

Os misericordiosos: São aqueles que sem olhar a quem, se compadecem pela necessidade de outrem e tudo fazem por satisfazer essa necessidade, sem esperar nada em troca. Outro facto importante é que geralmente nós associamos a misericórdia à pobreza material mas, para um cidadão do reino dos céus, ver alguém -ainda que rico e de boa saúde- se dirigindo para o abismo do inferno tem que gerar misericórdia.

Alcançarão misericórdia; Mesmo que a misericórdia é exercida sem interesse ou sem esperar nada em troca, Jesus garante aqui que o cidadão do seu reino, mesericordioso, receberá a misericórdia de Deus.



Puro no coração. - Aqui, como com os pobres em espírito, o substantivo determina a região em que a pureza é encontrada - o "coração" como representando desejos e afecções , pois o "espírito" representa a vontade e maior personalidade. A pureza assim descrita não é aquilo que era o fariseu, o exterior e o cerimonial, e tampouco era limitado, como a linguagem comum dos cristãos muitas vezes o limita, à ausência de uma forma especial de pecado sensual; mas excluiu todos os elementos da basura - a impureza do ódio ou ganância de ganhos, nada menos que a da luxúria. Não sem causa, no entanto, o mal do último pecado tão ofuscado aos outros que quase monopolizou o nome. Nenhuma forma única de maldade difunde sua mácula mais profunda do que aquilo que "deixa contagionar para as partes internas".

Vê Deus. - A promessa encontra sua satisfação apenas em a visão beatífica dos santos na glória, vendo Deus como Ele é ( 1Jn. 3: 2 ), sabendo mesmo como também somos conhecidos ( 1Co. 13:12 )? Sem dúvida, e só lá, será a plena fruição que agora esperamos; mas "pureza de coração", na medida em que existe, traz consigo o poder de ver mais do que outros vêem em todo o qual Deus se revela - a beleza da natureza, a luz interior, a ordem moral do mundo, a escrita Palavra, a vida e o ensino de Cristo. Embora nós ainda vejamos "através de um copo", como em um espelho que reflete de forma imperfeita, no entanto, naquele copo contemplamos "a glória do Senhor" ( 1Co. 13:12 2Co. 3:18 ).



A palavra grega traduzida como “pacificador” vem do adjetivo para “paz” e do verbo que comumente significava “fazer”. Os pacificadores não são os passivos que esperam que a paz aconteça. Eles tomam iniciativa e se esforçam para que haja paz. Aquele que busca fazer a paz procura a reconciliação onde há conflito; o entendimento mútuo onde há discórdia, e o perdão onde houve pecado. Ele precisa buscar isso entre pessoas em conflito. O ex- primeiro ministro de Israel, Yitzhak Rabin, um homem que deu sua vida em busca da paz, sabiamente observou “A paz não se faz com amigos. A paz é feita com inimigos.” Fazer a paz entre duas pessoas, duas famílias, dois grupos, sejam turmas de amigos, torcidas esportivas ou até igrejas rivais, é uma obra que só os verdadeiros filhos de Deus podem realizar. 

As qualidades que Jesus está abençoando nos discípulos estão todas interligadas. Não é que uns têm fome e sede de justiça, outros são misericordiosos, e outros serão pacificadores. O discípulo que tem Jesus como Senhor guiando sua vida e inspirando suas atitudes e ações irá, aos poucos, desenvolver todas estas virtudes. Uns irão se sobressair numa área ou outra, mas todos verão mudanças em suas vidas realizadas pela presença de Jesus. E através deles Jesus irá realizar outras mudanças em tudo e em todos ao seu redor. Que plano maravilhoso Deus criou para nós!



Todos os que procuram viver de acordo com a Palavra de Deus, por amor à justiça sofrerão perseguição.

1) Aqueles que conservam os padrões divinos da verdade, da justiça e da pureza e que, ao mesmo tempo, se recusam a transigir com a presente sociedade pecaminosa e com o modo de vida dos crentes mornos (Ap 2; 1-4, 14-22) sofrerão impopularidade, rejeição e críticas.

O mundo lhes moverá perseguição e oposição (Mt 10:22; 24:9; Jo 15:19) e, às vezes, da parte de membros da igreja professa (At 20:28-31; 2 Co 11:3-15; 2 Tm 1:15; 3:8-14; 4:16). Ao experimentar tal sofrimento, o cristão deve regozijar-se (Mt 5:12), porque Deus outorga a maior bênção àqueles que mais sofrem (2 Co 1:5; 2 Tm 2:12; 1 Pe 1:7; 4:13).

2) O cristão deve precaver-se da tentação de transigir quanto à vontade de Deus, a fim de evitar a vergonha, a ridicularização, o constrangimento, ou algum prejuízo (Mt 10:33; Mc 8:38; Lc 9:26; 2 Tm 2:12).

Os princípios do reino de Deus nunca mudam : "Todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições" (2 Tm 3:12). A promessa aos que enfrentam e suportam perseguições por causa da justiça é que dos tais é o reino dos céus.



Sim, podemos estar certos que sendo fiéis a Jesus, os insultos, perseguição e falso testemunho sobrevirão, vindo daqueles que não crêem, e infelizmente, dos que se opõem ao cristianismo puro, santo e obediente a Deus.

"Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3:12).  

O Senhor nos alertou contra as “intempéries” da vida cristã, mas deixou seu consolo e conforto para os que permanecerem firmes e fiéis aos seus desígnios. O apóstolo Paulo nos encorajou a permanecer “firmes” e também guardar “as tradições que”nos “foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola” (2 Tessalonicenses 2:15).

Portanto, sejamos fiéis, mesmo e principalmente nas adversidades, pois são nestas situações é que realmente mostraremos que somos seguidores de Cristo; ficando firmes, guardando e praticando o verdadeiro ensino da Palavra descrita pelos servos de Deus em suas epístolas.

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